Finalmente consegui um estágio. Estou muito muito feliz (eu não estava feliz por isso antes, eu ainda não sabia), quero tirar a cueca pela cabeça, mas ainda não descobri como.
Só pra compartilhar com vocês que enfrentaram meses de desgosto e tristeza: HEY BITCHES, I'M BACK.
As coisas estão mudando.
Só pra reforçar: estou feliz pra caralho!
segunda-feira, 13 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Defying Gravity
É quase uma necessidade humana - mesmo que não necessariamente sua, no sentido figurado - se reerguer depois de cair no chão. No fundo, a gente sabe que o chão, o limite inferior, não é o nosso lugar. E aí começamos a dura tarefa de se levantar - às vezes nem é tão difícil. Nesse momento, você procura forças em lugares, pessoas, sentimentos etc.
Esse é o comum, não é? Às vezes, porém, rola aquela dúvida, em especial quando são quedas repetidas. Se há uma força querendo te deixar ali, porque não...ficar? Tem gente que acredita que as coisas acontecem por acontecer, que tudo é planejado por uma entidade superior (alguns chamam de Deus ou whatever).
Esse tipo de pessoa fica lá, morgando, apodrecendo nos próprios dejetos da tristeza, raiva, angústia, esperando algo acontecer. E reclamando. Eu pergunto: quem nunca? Já ouvi dizer que o que diferencia as pessoas não é o tamanho da queda, a forma como cai, mas sim, quanto tempo elas levam para se levantar. Desde que nascemos continuamos a desafiar a força mais presente na nossa vida: a gravidade. Ao mesmo tempo que ela nos mantém presos ao chão, ela nos força a cair a cada vacilo.
Nunca consegui ser o tipo de pessoa acomodada, caída, morta. Viver triste é o mesmo que não viver. Se, ainda assim, nada dá certo, nada melhora, lembre-se: você já desafia a gravidade todas as vezes que se levanta para ir trabalhar, estudar, comer ou mesmo, apenas levantar. Apenas respirar envolve uma quebra de barreiras físicas, químicas e biológicas que nenhum de nós se dá conta o tempo todo.
O trabalho de se recompôr após quedas sucessivas é realmente desanimador. Porém, acho que vou comprar o desafio. Ou melhor, já comprei, nunca aceitei viver a vida do jeito que me impunham. Chega de se lamentar, chega de sofrer inerte.
Se é pra sofrer, vou sofrer agindo, movendo.
Um dia a vida cansa de bater e te faz um curativo.
Esse tipo de pessoa fica lá, morgando, apodrecendo nos próprios dejetos da tristeza, raiva, angústia, esperando algo acontecer. E reclamando. Eu pergunto: quem nunca? Já ouvi dizer que o que diferencia as pessoas não é o tamanho da queda, a forma como cai, mas sim, quanto tempo elas levam para se levantar. Desde que nascemos continuamos a desafiar a força mais presente na nossa vida: a gravidade. Ao mesmo tempo que ela nos mantém presos ao chão, ela nos força a cair a cada vacilo.
Nunca consegui ser o tipo de pessoa acomodada, caída, morta. Viver triste é o mesmo que não viver. Se, ainda assim, nada dá certo, nada melhora, lembre-se: você já desafia a gravidade todas as vezes que se levanta para ir trabalhar, estudar, comer ou mesmo, apenas levantar. Apenas respirar envolve uma quebra de barreiras físicas, químicas e biológicas que nenhum de nós se dá conta o tempo todo.
O trabalho de se recompôr após quedas sucessivas é realmente desanimador. Porém, acho que vou comprar o desafio. Ou melhor, já comprei, nunca aceitei viver a vida do jeito que me impunham. Chega de se lamentar, chega de sofrer inerte.
Se é pra sofrer, vou sofrer agindo, movendo.
Um dia a vida cansa de bater e te faz um curativo.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Me, Myself and I
Sentimentos são coisas complicadas de se descrever. Geralmente, nos apegamos ao clichê do amor, simpatia, raiva, ódio etc. Mas cada sentimento está diretamente alinhado à uma determinada situação que, por si só, já é única e diferente das demais, então não dá pra comparar 'raiva' muito bem, né?
Sentimentos não só são complicados de se descrever, para algumas pessoas, também são complicados de se sentir. Vocês provavelmente conhecem alguém que tem uma dificuldade enorme de demonstrar ou receber afeto em público. Ou mesmo de demonstrar raiva ou tristeza (sabe aquele que está sempre feliz? GUESS WHAT ele não está sempre feliz). Ou, para mim, o pior de todos: aquele que está sempre triste.
Tristeza é uma nuvem negra. Ela só some, exatamente como as nuvens negras, quando chove. Ultimamente, eu tenho tido muita dificuldade em fazer essa nuvem negra sumir. Não que seja sem motivo, poucas coisas tem se ajeitado nesses dois últimos meses, entre as piores está o fato de eu ainda estar desempregado e de seriamente considerar a exclusão total da minha mãe da minha vida 23 das 24 horas do dia.
Eu, simplesmente, não sei como tomar contato com isso. Chorar o que tiver que chorar. Expressar raiva se o for. É só uma coisa mal resolvida que vai se acumulando.
E esse mosaico de sentimentos só tem um função: fazer sofrer. Mais e mais.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Casualty of Love
Aviso: Esse texto pode fazer todo ou nenhum sentido. Leia com moderação.
Sempre achei engraçada a maneira como as pessoas se referiam ao amor. Um sentimento incomparável, uma devoção inexplicação.
Por ele, pessoas matam e morrem. Todos os dias. Existem até os crimes passionais.
Eu não sei definir o amor. Não consigo nem imaginar como é sentí-lo. Mas, ainda assim, como todos nós, tenho minhas verdades. Acredito fielmente que amor não se procura, se encontra. Daí, já começa o paradoxo, né? Como é possível que possamos encontrar algo que não procuramos?
Pois é, vai ver, o amor é impossível. Ignorando a questão científica da coisa, acredito que é conhecendo o maior número de pessoas que fica mais fácil de você encontrar o amor. Mas, conhecer pessoas não é apenas beijá-las, tem que ter algo de profundo. Não sei dizer se o amor é só sentimento. Acho que não, acho que o que as pessoas chama de paixão, o carnal, também é amor. Não que sejam amores diferentes, seriam, pois, partes únicas e incomensuráveis desse um só sentimento, o amor.
Meu modo de conhecer o maior número de pessoas é saindo. Para boates, festas e eventos gays. Não acredito que, dentro do modelo de vida atual (pelo menos o que tenho acesso hoje), seja possível conhecer alguém em uma padaria. Já ouvi estórias onde isso efetivamente aconteceu. Mas acho que, para mim, é algo um pouco inconcebível. Talvez a maturidade mude essa ideia. Ou apenas a solidifique.
Não sei se é possível que o amor surja de uma conversa interessante ou apenas de um beijo completamente encaixado. Acho que é preciso um pouco dos dois. O mais perto que eu cheguei de sentir o 'amor', unia ambos.
A experiência me mostra que o amor pode, efetivamente, mudar as pessoas. Mas eu mesmo não me sinto dentro desse padrão. Ouço, muitas vezes, frases como "você não entende porque nunca gostou de ninguém de verdade". O amor serve para criar uma desculpa para nossas idiotices? Entendo que, no contexto do 'amando', não soem como idiotices. Porém, no contexto do racional, do adulto, sim, soam e o são.
Não sei se quero sentir algo que me ponha em um estado de espírito tão distante da realidade assim. Alguns dizem ser maravilhoso, outros, dizem odiá-lo. Vai ver, quando eu gostar de alguém, faça um texto "Casualty of Love 2.0".
Ou, simplesmente, encontre minha própria definição de amor nesse vazio que chamamos de vida.
PS: Um presente (sim, um presente) para vocês é essa música, da Jessie J, que dá título ao post. É uma poesia (aos meus olhos) muito bonita sobre o amor. Talvez exprima algumas coisas que não consegui ser claro suficiente (ou não quis) no texto. Vale a pena dar uma olhada no álbum inteiro.
Casualty of Love
We may not have all the answers
Oh I know that we can change some of the things that are beyond our control
And the vision of us may be blurry
But use your heart to see
Just follow the beat, the rhythm will lead you right back to me
Sometimes its a game of give and take
Its easy to break but hold on and wait
Have a little faith
I will go down to the last round
I'll be your strength to find you when you get lost in the crowd
So I'll stand up tall, if by chance I fall
Then I'll go down as a casualty of love
Love love love - casualty - love
Love love love - casualty - love
Love love love love casualty
A casualty of love
The battle of us will be simple
Escape without being hurt
Cuz' love is our shield, keeps us concealed
From what could get even worse
So baby let me be your soldier
Don't be overtaken by pride
Just close your eyes, take my hand
Promise to keep us alive
Sometimes its a game of give and take
Its easy to break but hold on and wait
Have a little faith
I will go down to the last round
I'll be your strength to find you when you get lost in the crowd
So I'll stand up tall, if by chance I fall
Then I'll go down as a casualty of love
All is fair in love and war
Knock me down and I'll get back up wanting more
Through the fire and rain, it makes me numb from the pain
That's the price, that's the price, I'll pay
I will go down to the last round
I'll be your strength to find you when you get lost in the crowd
So I'll - I'll stand up tall and baby if I fall
Then I'll go down as a casualty of love
Love love love love (Repeat)
I'll be your casualty - casualty (Repeat)
Casualty of love
A casualty of love - a casualty of love - a casualty of love
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Estoy Aqui
Cheio de provas.
Ainda sem estágio.
Com sinusite (algo que eu nunca tive e que me faz querer morrer toda vez que eu tusso, o que significa a cada 2 minutos).
Pelo menos, estou aliviado financeiramente. Aliviado, longe do estável. But, a vida segue!
E sobre a questão do amor, fica pra um próximo post.
Ainda sem estágio.
Com sinusite (algo que eu nunca tive e que me faz querer morrer toda vez que eu tusso, o que significa a cada 2 minutos).
Pelo menos, estou aliviado financeiramente. Aliviado, longe do estável. But, a vida segue!
E sobre a questão do amor, fica pra um próximo post.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Never Again
Ontem era um dia normal como qualquer outro, eu estava voltando da faculdade, depois de uma prova escrota e saí rápido da faculdade. Aliás, pra variar, esse é o principal motivo da minha ausência por aqui, e por aí
É impressionante como meu desempenho acadêmico é importante para o meu humor. Tinha ido mal, estava puto e acabei esbarrando em um cara na saída da faculdade, nem olhei para trás, nem pedi desculpas, apenas saí andando. Poucos segundos depois ouvi um barulho e uma dor absurda nas costas.
Estava caído no chão, perdi um pouco a noção do tempo. Não conseguia levantar, embora tentasse com toda minha força. Conseguia mexer a mão muito pouco. Minhas pernas estavam dormentes. Depois de algum tempo, alguém abaixou e tentou conversar comigo. Lembro que dizia o que ela podia fazer por mim. Era uma mulher, talvez uma amiga. Ainda não apareceu por aqui.
Pedi que ligasse para minha mãe e, óbvio, para o 192. Ela riu e disse que era impressionante como exatamente nesses momentos eu conseguia manter a sobriedade. A esse ponto, eu só me sentia muito cansado, molhado. Talvez fosse o Sol e eu estivesse suando. Mas eu estava tão cansado, e essa mulher falando comigo nervosa, gritando. Eu só queria que ela calasse a boca.
De repente, me dei conta do que tinha acontecido. Como num estalo, tudo fazia sentido. Mas não era a causa que me preocupava. Era a consequência. Comecei a pensar na minha vida a partir dali. Não parecia que eu ia morrer, pelo menos. Me imaginei vivendo sob uma cadeira de rodas. Quem sabe, poderia até digitar? (Hoje comprovo que sim, como vocês podem ver).
Mas doía tão fortemente quando pensava que minha vida amorosa estava acabada. Não mais sairia para boates, bares e eventos gays em uma cadeira de rodas. Quem me olharia? Todos. Porém, olhariam com aquele olhar de pena, talvez pensassem 'Até é bonito, mas...'. Seria o 'mas' eterno da minha vida. Percebi, nesse momento, que uso muito a palavra 'mas'. Talvez tenha sempre que justificar as coisas, não sei.
Tivesse. Minha vida ficaria tão vazia agora. Sempre tive medo de chegar à velhice como alguém que não conseguisse nem correr para pegar um ônibus (podem me chamar de pobre, mas prefiro 'sustentável'). Chorei um pouco, mas passou. Agora só estou me sentindo cansado de novo, talvez sejam os medicamentos que estão no soro agora. Vou enviar esse texto e dormir, quem sabe eu o edito amanhã?
Quando fechei os olhos e os abri novamente, estava deitado, na minha cama. Olhei a hora no celular, eram 8:45. Foi apenas um pesadelo. Hora de sair correndo para minha aula às 9.
domingo, 24 de abril de 2011
Torn
Conto nos dedos as pessoas que eu realmente posso chamar de amigos. Amizade, para mim, é algo que transcende todo e qualquer sentimento que podemos ter, até de amor. Ou melhor, é um amor tão potente, tão único, tão sincero, tão nobre. Tão único, que seria maldade compará-lo ao amor
Amigo não é aquele que te dá presentes caros. Amigo não é aquele que enxuga suas lágrimas. Amigo não é aquele que te dá conselhos. Amigo não é aquele que passa a mão na sua cabeça. Amigo não é aquele que sempre sai com você.
Amigo, para mim, é aquele que sabe que a sua presença pode ser o melhor presente. Amigo é aquele que sabe que chorar é fundamental e que você tem todo o direito de sentir triste em algumas situações. Amigo é aquele que sabe que, às vezes, o silêncio é a melhor forma de dizer alguma coisa. Amigo é aquele que te dá esporro, mas na hora certa. Amigo é aquele que recusa sair com você, mas te oferece uma tarde em casa para vocês passarem algum tempo juntos.
Só existe uma coisa que eu valorizo mais do que a amizade, e é a minha mãe. Quando considero alguém como amigo, considero que é parte de mim. É uma pessoa que, invariavelmente, lembro nas coisas mais singelas. Na gíria que era só nossa (Um dragão nas costas!), nas atitudes que a gente sabe que o outro vai ter. Nos olhares que para os outros precisariam de uma conversa de 1 hora para serem explicados.
É aquele que você fala no MSN mesmo só tendo 1 minuto na LAN House, só para dizer 'oi te adoro to saindo bjs' (quem precisa de vírgulas para entender?).
E quando você perde essa relação? Quando tudo, magicamente, se desmaterializa? Quando os olhares não são mais os mesmos? Quando a vontade de ficar perto se torna repulsa? Quando as conversas se tornam sufocantes?
Às vezes, a causa foi um gesto. Às vezes, a causa foi uma atitude. Às vezes, a causa é a própria incoerência inerente a todos nós. Só que, em alguns assuntos, isso machuca. Isso dói. E aí fica difícil suportar. Não é por falta de sensibilidade da pessoa. Nem excesso de sensibilidade da sua parte. Cada um tem seus motivos mais profundos para fazer o que faz.
Mas existem momentos, e não são poucos, em que você espera uma determinada atitude de um amigo. Você não precisa pedir para aquele amigo agir daquela maneira, mas você acredita que toda a história que vocês viveram juntos já indicou para ele o caminho a ser seguido. Aí, essa pessoa, simplesmente, vai na contramão. E você fica imóvel, duro, doente, frio. E, porque não, morto? Como se tudo tivesse necrosado.
Quem é você para julgar? Quem é você para dizer 'sim' ou 'não'? 'Pode' ou 'Não pode'?
Apesar de ser uma música com todo um tom romântico, acho que Torn define bem como estou me sentindo.
Rasgado. Jogado no chão. E nenhuma alma viva para me estender a mão.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Juízo
20 anos. Ainda lembro de quando eu dizia "faço aniversário dia 22 de Abril, Dia do Descobrimento do Brasil" e achava o máximo ter nascido em uma data importante. De quando essa idade parecia distante. De quando ter 20 anos era sinônimo de estar encaminhado na vida. Eu sempre me perguntava "como essas pessoas conseguem?", "ser grande parece ser tão chato...e difícil.".
E, agora, cá estou. Com 20 anos. Duas décadas de existência. Se isso acontecesse há alguns milhões de anos, seria uma vitória para toda espécie. Há alguns milhões de anos nós tínhamos que caçar para conseguir alimento, não existiam vacinas para doenças (e nem creio muito em ervas medicinas) ou escova de dentes. Hoje o máximo que pode acontecer é passarmos por tortura social e, eventualmente, ser atingido por uma bala ou estar no lugar errado, na hora errada, quando um acidente grave acontecer. Não é mais simples?
Ter um dia no ano em que todos vão falar com você, todos te querem bem (a hipocrisia manda) e você ganha dinheiro e presentes é maravilhoso.
Só não gosto quando me desejam juízo.
Sei quanto custa vodka, sei quanto custa whisky e sei quanto custa conhaque. Só não me perguntei quanto custa juízo, porque sei lá, nunca tomei.
Hoje vou me jogar muito na ULC. Vai épico, vai ter tanta gente legal. Nossa, tô speechless. Queria que um certo alguém estivesse aqui...mas Bolívia é longe, né?
(roubei mesmo do DPNN)
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Abril A Porta do Paraíso
Nunca gostei do meu aniversário depois dos 12. Porque até os 12 anos, as pessoas sentem uma certa obrigação de te dar presentes, e fazer coisas gostosas (exceto as meias, que nego sem noção cisma em dar para uma criança de 6 anos, lembro que uma vez joguei a meia no chão e disse "Quero brinquedo, não meia.", logo depois levei um tapa na boca que eu nunca mais esqueci) para você comer. Fora que é uma delícia ser paparicado pelos pais, né?
Depois dos 12, o pensamento muda. Quando te dão alguma coisa, é o parabéns e olhe lá. Sempre tive a Síndrome do Ninguémvaivirnomeuaniversário, então nunca gostei de comemorá-lo depois dessa idade. Minha mãe nunca deixou que isso acontecesse, porém.
Então, esse outono decidi fazer algo diferente. Resolvi fazer do meu aniversário um mega evento - bancado pelas nights cariocas. Se vocês não sabem, aniversariante é VIP em quase todas boates/festas e em algumas pode até levar acompanhante de graça também. Conclusão? Estou comemorando meu aniversário todas as semanas, lindo e dignificado em Cristo.
Isso faz evitar a deprê de estar envelhecendo e, aparentemente, continuar no mesmo lugar. Previsão de formatura? Oi, kikié isso?
Já dizia o ditado: quem não tem pica, caça com cu.
Assinar:
Postagens (Atom)
