Eu não comento mais no blog de vocês porque o blogger me proibiu. Ele diz que não tenho privilégio necessário para isso.
Só tenho uma coisa a dizer: HOMOFOBIAAAAAA!
Não aguento mais esse blogger com essa filosofia barata de miss.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Ironias #2
(Hoje estou todo trabalhando nas tags genéricas).
Estava pensando esses dias sobre um fato que terminou com minha amizade com uma pessoa que eu gostava muito.
Eu cheguei a comentar bem por alto o que aconteceu. Como quero falar sobre isso, vou dar mais informações. Basicamente, eu estava no processo de negação em relação a um cara que eu gostava, estava conseguindo me livrar da minha primeira experiência amorosa (que fracassou, obviamente). Ainda estava no processo. Esse amigo, ainda com todo o conhecimento que tinha, ficou com o cara. Não bastou ficar. Namorou.
Não estou fazendo julgamentos, agora (quem sou eu para impedir as pessoas de encontrarem o amor de suas vidas?). Minha noção de traição mudou bastante. Mas, vamos aos fatos: o cara se revelou um grande filho puta. Daqueles que não conseguem nem ser criativos (o que é uma pena, tem tanto potencial para tal).
E aí, um amigo, conversando comigo sobre isso disse algo do tipo: "Agradeça a ele, olha só do que ele te livrou". Eu ri, não levei a sério. Porém, essa semana vai ser uma semana de re-pensamentos (defina hífen, beijos) por outro motivos que pretendo postar aqui. E isso me veio à mente neste momento.
Do que ele me livrou? Não foi do relacionamento. O relacionamento já estava fadado ao fracasso (aliás, que relacionamento?). Porém, ainda não havia terminado. Ainda havia o tempo de recuperação - healing. E esse tempo não foi respeitado. Ele me livrou foi de achar que o problema poderia estar comigo, que eu era o defeituoso. Ele apenas me mostrou - infelizmente, com sua dor - que eu jamais teria qualquer tipo de relação com o cara.
Não tenho mais raiva ou tristeza. O vejo como um conhecido, como uma pessoa que eu já tive muita intimidade, que eu já gostei, amei (por que não?). Não creio que seja possível que nós voltemos a ser amigos. Mas a relação pode evoluir de outra forma. Ele me mostrou que posso aprender - e, pasmem, agradecer - mesmo diante de um fracasso tão grande quanto aquele foi.
Por isso, hoje, eu o agradeço. Agradeço por me feito passar pela situação que passamos, até um determinado momento, juntos. E pelo resto da situação que passamos separados. Obrigado.
Irônico, não?
terça-feira, 22 de novembro de 2011
La Loba
Eu estou com uma dificuldade tremenda de colocar os posts que eu tenho em mente na prática. E nem tinha planejado nada para hoje.
Mas aí, li o blog do Lobo e vi que hoje faz dois anos que ele começou a escrever. Faz pouco mais de 1 ano que a gente se conhece. Ainda lembro do 1º post que comentei no blog dele, sobre latim.
Existem algumas pessoas que eu conheci via blog que hoje eu não posso descrever o quanto são importantes para mim. O Lobo é uma delas. Aliás, o Lobo, La Loba, Shakira, entre outras coisas que eu o chamo. É irônico que, a princípio, não somos pessoas muito compatíveis. Aliás, eu diria, que somos pouquíssimo compatíveis. Mas li em algum lugar que Touro e Escorpião são complementares (não entendo nada de astrologia, se alguém souber/quiser fazer meu mapa astral favor entrar em contato pelo email do blog) e vai ver tem algo nisso.
Acho que é exatamente pelo fato de sermos tão incompatíveis que a coisa dá tão certo. Que conseguimos começar uma conversa falando do quando fulano é sem noção e terminar pensando se seria possíveis sobreviver no estômago de uma baleia azul. Ou como os polvos são extremamente inteligentes. Ou como até nossos amigos em comum viram alvos para nosso veneno de cada dia.
Mas a nossa amizade vai além. Vai além da gongação mútua ou alheia. Também é aquele 'Como você está?' que realmente significa isso. Também é aquele 'Espero que você não esteja fazendo nada porque hoje meu dia foi uma merda eu vou desabafar pelo MSN mesmo'. Também é aquela surpresa de um ato de crueldade ou generosidade que não esperávamos de nós.
Também é aquele desconcertante 'você sabe que eu te acho gostosinho', 'eu não sei porque você está puto com uma pessoa tão escrota e pequena como essa...', 'nunca gostei dele mesmo, não sentia boas energias nele' etc. É também muito amor, sabe?
O Lobo foi um dos melhores espólios que esse blog trouxe. Parabéns, Uivos do Além. Obrigado, Uivos do Além.
- Denúncia: La Loba bebendo cerveja!
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Castelo de Areia
Era uma vez um menino que adorava construir castelos de areia. Ele chegava cedo à praia e os construía com muito carinho e dedicação. Porém, vinha uma onda e destruía o castelo, deixando apenas um monte de areia molhada.
No outro dia, lá estava o menino novamente. Ele chegava cedo à praia e construía o castelo de areia com muito carinho e dedicação. Porém, vinha uma onda e destruía o castelo, deixando apenas um monte de areia molhada.
No outro dia, lá estava o menino novamente. Ele chegava cedo à praia e construía o castelo de areia com muito carinho e dedicação. Porém, vinha uma onda e destruía o castelo, deixando apenas um monte de areia molhada.
No outro dia, lá estava o menino novamente. Ele chegava cedo à praia e construía o castelo de areia com muito carinho e dedicação. Porém, vinha uma onda e destruía o castelo, deixando apenas um monte de areia molhada.
No outro dia, lá estava o menino novamente. Ele chegava cedo à praia e construía o castelo de areia com muito carinho e dedicação. Porém, vinha uma onda e destruía o castelo, deixando apenas um monte de areia molhada.
No outro dia, lá estava o menino novamente. Ele chegava cedo à praia e construía o castelo de areia com muito carinho e dedicação. Porém, vinha uma onda e destruía o castelo, deixando apenas um monte de areia molhada.
Hoje, o menino está cansado. As ondas não pararam de destruir seu castelo. Tanto destruíram, que não há mais castelo.
Há apenas um monte de areia molhada.
domingo, 6 de novembro de 2011
Letting Go
Minha vida tem se resumido a um seriado tragicômico. Daquele cheio de piadas mas sem as risadas de fundo (ou pior, com elas, eventualmente) enquanto eventos horríveis acontecem.
É importante isso, perceber que a vida não está boa, que está ruim.
Estou batalhando com todas as minhas forças para conseguir outro estágio, em uma área e indústria que eu realmente me identifique. Tenho cada vez mais considerado a ideia de ir pessoalmente ao RH, entregar meu currículo e conversar sobre o porquê de eu querer trabalhar naquele lugar. Minha vontade está atingindo um outro nível.
Também tenho me esforçado para ser eu mesmo para as pessoas. É difícil acreditar que alguém pode gostar de você como você é, quando você mesmo não gosta. Talvez seja esse o motivo pelo qual as pessoas que não querem se envolver comigo aparecem namorando menos de 1 mês depois. Talvez eu não tenha me mostrado como sou, e a artificialidade em uma relação é inaceitável.
O que me preocupa, apesar de toda essa noção clara das coisas é que eu não consigo deixar o passado ir. Não consigo entender porque não consegui aquela vaga naquela multinacional alemã em que fui elogiado. Não consigo entender porque não disse que tinha as 30h semanais naquela outra. Ou porque simplesmente não me inscrevi para uma terceira.
Ainda, porque não deu certo com Eah? Por que eu não mereci um fora sincero? O que eu fiz de errado? Por que o garoto da PG resolveu se afastar? Por que ele não queria se envolver e agora está namorando? Por que eu menti para ambos em relação ao que eu estava sentindo? E por que eu não consigo esquecer?
Apesar de todo meu esforço, ainda estou preso ao passado. Tentando consertar situações que não podem mais ser consertadas. Não é por AQUELE estágio, por Eah ou pelo garoto da PG. É por mim. Está um fardo muito pesado carregar todos esses fracassos. E isso acontece porque eu não consigo deixar para lá. Não consigo esquecer. Não consigo me dar conta de que erros são cometidos e o melhor que temos a fazer é aprender com eles.
Não consigo superar essas situações. E isso está me matando.
Tem um texto do Rubem Alves, "Milho de Pipoca", comenta sobre as mudanças que a vida toma, ao nos comparar com milho de pipoca. Paro para pensar na minha e morro de medo de chegar a triste conclusão de que sou um peruá, fadado ao medo e à dureza. Pelo resto da vida.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Ironias
Aquele que não queria se envolver, que queria um tempo só, agora está namorando;
Aquele que sempre se gabou de escolher os melhores amigos, foi traído por um beijo e por um namoro;
Aquele que sempre curtiu as nights, hoje tem dificuldade de se soltar;
Aquele que sempre criticou a mãe pelos seus erros, hoje segue os mesmos passos;
Aquele que já conseguiu ter seu lugar ao sol, hoje luta para apenas olhá-lo;
Aquele que nunca teve problemas em pedir ajuda, hoje reluta;
Aquele que nunca estava carente, hoje só quer alguém ao seu lado debaixo do cobertor;
Aquele reclamava da pontualidade, hoje só chega atrasado;
Aquele que nutria uma esperança, hoje cava sua cova;
Aquele ria das ironias do destino, hoje, tornou-se sua última vítima mais cruel.
Só refletindo quantos 'aquele's eu fui, sou e ainda vou ser. Uma palhinha do que eu tenho visto e vivido nessa semana.
Aquele que sempre se gabou de escolher os melhores amigos, foi traído por um beijo e por um namoro;
Aquele que sempre curtiu as nights, hoje tem dificuldade de se soltar;
Aquele que sempre criticou a mãe pelos seus erros, hoje segue os mesmos passos;
Aquele que já conseguiu ter seu lugar ao sol, hoje luta para apenas olhá-lo;
Aquele que nunca teve problemas em pedir ajuda, hoje reluta;
Aquele que nunca estava carente, hoje só quer alguém ao seu lado debaixo do cobertor;
Aquele reclamava da pontualidade, hoje só chega atrasado;
Aquele que nutria uma esperança, hoje cava sua cova;
Aquele ria das ironias do destino, hoje, tornou-se sua última vítima mais cruel.
Só refletindo quantos 'aquele's eu fui, sou e ainda vou ser. Uma palhinha do que eu tenho visto e vivido nessa semana.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
O Porquê das Coisas
Fiquei parado alguns minutos pensando no que escrever. Pode parecer forçação, mas eu sei que preciso. E quero escrever.
É impressionante como a vida dá voltas na gente. Isso tudo já é batido, mas tem um efeito diferente de quando você é que está dizendo as coisas. Nós acabamos nos apegando a tantas coisas que, vemos, depois de um ou dois (dias, semanas, meses, anos?) não foram nem tão importantes, nem tão úteis assim. É como se o esforço fosse em vão.
Mas nós continuamos lutando, seguindo, a vida não pára. E, de repente, faltam palavras para descrever como nos sentimos, faltam atitudes para agir em tantas situações que parece que toda sua bagagem de vida é inútil. Mas você segue. Segue. Segue. Segue. Às vezes, até se recupera. Outras vezes, vai mais longe do que queria (ou devia?).
Eventualmente, tudo acaba. Um borrão preto atinge seus olhos e você fica preso no êxtase-tempo para sempre. Sem noção de quem foi, de quem é e de quem será, se é que virá a ser qualquer outra coisa. Só fica pensando no porquê das coisas. Calma, há tempo para perguntar.
Hoje minha mãe me ligou, bem mais cedo, aos prantos, dizendo que uma tia muito próxima havia morrido ontem, de parada cardiorrespiratória decorrente de dengue (meu corpo inteiro na área da saúde ficou com ?, mas que não vem ao caso). O enterro deve ser hoje e ela solicitou (risos?) minha presença.
O problema é que eu tenho dois compromissos importantíssimos hoje. Hoje é um dia muito importante de preparação. Eu não sei como lidar. Mas é/foi (nunca sei que verbo inserir nessas situações) minha tia. A mais próxima da família do meu pai, a única que realmente se importou com a gente. Talvez, por isso, seja a única que realmente merece esse esforço.
As pessoas morrem. A vida segue. The show must go on. Deixa eu viver minha tristeza seguindo meu dia, ao invés de chorar sobre um corpo agora gelado e que, para mim, nada mais representa. Resta só a lembrança, a memória dos momentos bons.
E a reflexão incerta de uma manhã de segunda-feira.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Inteligência Regulatória
Toda indústria precisa de regulação legal, especialmente as indústrias que lidam com Saúde (aqui, com o S maiúsculo). A regulação sobre esse tipo de indústria não é só mais rígida - em termos legais, propriamente ditos - como mais exercida (ainda que seja muito falha em diversos aspectos). Não poderia se esperar o contrário, uma vez que as indústrias da Saúde lidam com vida diretamente. No caso da farmacêutica, além de um setor jurídico existe um setor chamado de Assuntos Regulatórios, que lida diretamente com a ANVISA e outros órgãos competentes.
O setor de Assuntos Regulatórios é o responsável por dialogar com o órgão de vigilância sanitária de cada país, no caso do Brasil, a ANVISA, e dos Estados Unidos, o FDA. Porém, seu escopo se estende ainda dentro da indústria, sendo o responsável por interceder, principalmente, com o setor de Marketing. Ele configura-se, portanto, como um setor interdepartamental, composto principalmente por farmacêuticos, uma vez que o conhecimento técnico da área é fundamental, diferente de outros setores.
A rotina do setor de Assuntos Regulatórios, porém, passa longe de uma mera reunião de documentos e seu posterior envio à ANVISA, para os procedimentos de registro ou pós-registro de produtos. Existe todo um trabalho de interpretação estratégica das normas publicadas pelo Diário Oficial da União, por exemplo, visando o menor prejuízo possível sobre os negócios da indústria ou mesmo uma vantagem comercial com seus principais concorrentes.
A regulação na Indústria Farmacêutica é importante não só do ponto de vista da mera adequação à legislação vigente, mas também como setor estratégico. O setor de Assuntos Regulatórios revela-se como a chave para uma vantagem comercial junto mesmo ao órgão de regulação, configurando-se como um setor de inteligência, estratégico, fundamental para a Indústria Farmacêutica.
(texto revisado e ampliando de uma dissertação pedida em uma entrevista).
(texto revisado e ampliando de uma dissertação pedida em uma entrevista).
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Entre o que você pensa e como você age
Acho que se tem uma coisa que devemos levar em conta em qualquer tipo de relacionamento, é aquele sentimento basal sobre alguém. Como assim? Eu explico: sabe quando você só tá do lado da pessoa, sem trocar uma palavra, sem trocar nenhum gesto, sem nada, apenas a presença (ou seria, então, com tudo)? É aí que você sente a atmosfera real da pessoa, se ela te faz sentir bem, se ela te faz sentir mal.
Em geral, é isso que me faz me apaixonar por uma pessoa. Posso dizer que meus melhores amigos e duas pessoas que já despertaram essa sensação tem essa atmosfera leve, de deixar à vontade, de deixar bem. E isso só se torna mais claro quando a pessoa abre a boca, quando ela age. Enfim, na teoria, é isso que me atrai.
Porém, não é a primeira vez em que eu me deparo com alguém assim, muito legal, muito simpático, muito agradável e que não me desperta esse interesse todo por um motivo: beleza. Ou melhor, a ausência dela. Não que eles (o atual e o de um passado não tão distante) sejam horrorosos. Mas eles não têm aquela beleza que eu considero basal (será que sóbrio meu nível é alto demais?). Sempre penso "Vou ter coragem de apresentar aos meus amigos e lidar com os posteriores olhares/comentários de 'não tinha nada melhor?'".
É o confronto entre como eu penso, como eu acho bonito e como, de fato, eu ajo, tomo minhas atitudes. Tenho a ideia muito clara de o quanto mais nos limitamos em relação a requisitos para conhecer pessoas, mais nós perdemos um bocado de pessoas legais, interessantes e que acrescentariam muito às nossas vidas, talvez não enquanto amantes, mas enquanto amigos.
E se tem uma coisa muito legal que acontece no meio gay com muita frequência e é relativamente raro no meio hétero, é conhecer amigos ficando.
O que me incomoda é isso: por que eu dou tanto valor à personalidade, ao que a pessoa é enquanto ser humano, mas, ao mesmo tempo, não consigo me livrar de uma barreira estética que foi claramente implantada em algum momento da vida, que me dita com quem eu posso ter algo mais ou não?
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Physical
Se existe um inferno para gays na Terra, esse inferno se chama academia. Não é pelos exercícios, mas pelos homens ma-ra-vi-lho-sos que insistem em ficar roubando sua atenção. Cadê que eu consigo me concentrar na série quando parece que eu sou o único franguinho da academia? Quando todos os caras tem braços do tamanho da minha coxa (que não é pequena, por sinal) e pegam mais de 100 kg com um braço só?
E o pior de tudo: QUANDO O PROFESSOR CHEGA COM A BARRACA ARMADA NAQUELE SHORT TECTEL, como lidar? O que fazer quando ele age como se nada estivesse acontecendo? [...]
Fato que sempre me incomodei com o meu corpo, especialmente pelo um fator chamado 'irmão'. Meu irmão é mais alto, mais forte (já era todo definidinho mesmo antes de entrar na academia) e sempre foi mais visado, por homens (nem preciso dizer que meus amigos dormem lá em casa e ficam todos ouriçados por ele, né?) e mulheres. Já eu sempre fui o magrelo, durante muito tempo dava para contar certinho minhas costelas de longe, apesar de ser bem alimentado (aliás, como até demais!).
E aí que hoje faz 1 mês que estou na academia, malhando pelo menos 3x na semana, sendo que às vezes consigo malhar 6x! É engraçado que eu saio da academia todo inchado (acho que todo mundo, né) então parece que o músculo cresceu horrores. Nem sei quanto tempo leva para começar a ficar fortinho sem tomar nada (tempo das vacas raquíticas is back), mas vou te dizer que nem é tão chato quanto eu pensava.
O interessante é que só acho que tá funcionando quando eu sinto dor, quando sinto o músculo tremendo mesmo quando não está sendo contraído (S&M?). O problema é que eu nunca sei exatamente quando aumentar os pesos, já que muitas vezes para de doer, mas ainda é pesado demais (que diga o fiapo que eu tenho chamado de bíceps).
Enfim, contagem regressiva para o carnaval?
We'll see.
[Precisava tratar de futilidades, minha vida tá muito pesada ultimamente].
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