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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Defying Gravity

É quase uma necessidade humana - mesmo que não necessariamente sua, no sentido figurado - se reerguer depois de cair no chão. No fundo, a gente sabe que o chão, o limite inferior, não é o nosso lugar. E aí começamos a dura tarefa de se levantar - às vezes nem é tão difícil. Nesse momento, você procura forças em lugares, pessoas, sentimentos etc.

Esse é o comum, não é? Às vezes, porém, rola aquela dúvida, em especial quando são quedas repetidas. Se há uma força querendo te deixar ali, porque não...ficar? Tem gente que acredita que as coisas acontecem por acontecer, que tudo é planejado por uma entidade superior (alguns chamam de Deus ou whatever).

Esse tipo de pessoa fica lá, morgando, apodrecendo nos próprios dejetos da tristeza, raiva, angústia, esperando algo acontecer. E reclamando. Eu pergunto: quem nunca? Já ouvi dizer que o que diferencia as pessoas não é o tamanho da queda, a forma como cai, mas sim, quanto tempo elas levam para se levantar. Desde que nascemos continuamos a desafiar a força mais presente na nossa vida: a gravidade. Ao mesmo tempo que ela nos mantém presos ao chão, ela nos força a cair a cada vacilo.

Nunca consegui ser o tipo de pessoa acomodada, caída, morta. Viver triste é o mesmo que não viver. Se, ainda assim, nada dá certo, nada melhora, lembre-se: você já desafia a gravidade todas as vezes que se levanta para ir trabalhar, estudar, comer ou mesmo, apenas levantar. Apenas respirar envolve uma quebra de barreiras físicas, químicas e biológicas que nenhum de nós se dá conta o tempo todo.

O trabalho de se recompôr após quedas sucessivas é realmente desanimador. Porém, acho que vou comprar o desafio. Ou melhor, já comprei, nunca aceitei viver a vida do jeito que me impunham. Chega de se lamentar, chega de sofrer inerte.

Se é pra sofrer, vou sofrer agindo, movendo.

Um dia a vida cansa de bater e te faz um curativo.


quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Antes Tarde Do Que Nunca

Então, faz um tempão que meu querido SG me passou um desafio que estava rolando por aí sobre explanar mais sobre quem somos sempre com 7 características etc.

Comecemos, pois.

Sete coisas para se fazer, antes de morrer:
  1. Morar um tempo na Europa;
  2. Falar 4 idiomas, pelo menos;
  3. Sexo;
  4. Morar em Ipanema;
  5. Ter um filho;
  6. Conhecer os 5 continentes;
  7. Conhecê-lo.
Sete coisas que mais digo:
  1. Gente, to chocado.
  2. Vai, desabafa.
  3. Como assim?
  4. Estou speechless!
  5. Medo...
  6. Te amo pra caralho.
  7. Quero apavorar, vamos?
Sete coisas que faço bem:
  1. Provas;
  2. Fantasiar coisas impossíveis;
  3. Elogiar;
  4. Escrever;
  5. Atuar;
  6. Mentir;
  7. Amar.
Sete defeitos meus:
  1. Sinceridade;
  2. Orgulho;
  3. Baixa Auto-estima;
  4. Frieza;
  5. Desorganização;
  6. Preguiça;
  7. Não levar desaforo nenhum pra casa.
Sete qualidades:
  1. Sinceridade;
  2. Companheirismo;
  3. Sagacidade;
  4. Caráter (será?);
  5. Imparcialidade;
  6. Demonstrações Públicas de Afeto;
  7. Loucura.
Sete coisas que eu amo:
  1. Eu;
  2. Minha faculdade;
  3. Meus amigos;
  4. Minha família - a contragosto;
  5. Carinho;
  6. Internet;
  7. Conhecer pessoas.
Sete pessoas para continuarem o desafio: Quem estiver interessado é só pegar e fazer. Comigo é assim: chegou, levou.

Outro presente que recebi foi do , o prêmio dardos número 10. Entretanto, a partir de agora, não estarei postando mais selos, embora sejam lindas manifestações de carinho, dá muito trabalho e boa parte das pessoas já o tem, enfim. Entretanto, sempre agradecerei em um post quando receber algum, ok?

De quebra, o título do próximo post: "Ele".