Mostrando postagens com marcador família. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador família. Mostrar todas as postagens

sábado, 3 de dezembro de 2011

O Primeiro de Muitos

Uma parte dos meu tormentos terminou oficialmente agora.

Esse será o primeiro, de muitos, espero, post diretamente do meu notebook! Sim, caro telespectador, quem acompanhou os dramas 1, 2, 3 e 4, sabe. Apenas um pouco mais de 1 ano depois eu, finalmente, tenho meu notebook. O que significa privacidade em Niterói e, principalmente, paz nas férias?

O melhor é que é um notebook que realmente suporta minhas necessidades adolescentes (o que significa apenas uma coisa: punheta jogos).

E a vida voltará a sorrir para mim? Estamos no aguardo do próximo episódio.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O Porquê das Coisas

Fiquei parado alguns minutos pensando no que escrever. Pode parecer forçação, mas eu sei que preciso. E quero escrever.

É impressionante como a vida dá voltas na gente. Isso tudo já é batido, mas tem um efeito diferente de quando você é que está dizendo as coisas.  Nós acabamos nos apegando a tantas coisas que, vemos, depois de um ou dois (dias, semanas, meses, anos?) não foram nem tão importantes, nem tão úteis assim. É como se o esforço fosse em vão.

Mas nós continuamos lutando, seguindo, a vida não pára. E, de repente, faltam palavras para descrever como nos sentimos, faltam atitudes para agir em tantas situações que parece que toda sua bagagem de vida é inútil. Mas você segue. Segue. Segue. Segue. Às vezes, até se recupera. Outras vezes, vai mais longe do que queria (ou devia?).

Eventualmente, tudo acaba. Um borrão preto atinge seus olhos e você fica preso no êxtase-tempo para sempre. Sem noção de quem foi, de quem é e de quem será, se é que virá a ser qualquer outra coisa. Só fica pensando no porquê das coisas. Calma, há tempo para perguntar.

Hoje minha mãe me ligou, bem mais cedo, aos prantos, dizendo que uma tia muito próxima havia morrido ontem, de parada cardiorrespiratória decorrente de dengue (meu corpo inteiro na área da saúde ficou com ?, mas que não vem ao caso). O enterro deve ser hoje e ela solicitou (risos?) minha presença. 

O problema é que eu tenho dois compromissos importantíssimos hoje. Hoje é um dia muito importante de preparação. Eu não sei como lidar. Mas é/foi (nunca sei que verbo inserir nessas situações) minha tia. A mais próxima da família do meu pai, a única que realmente se importou com a gente. Talvez, por isso, seja a única que realmente merece esse esforço.

As pessoas morrem. A vida segue. The show must go on. Deixa eu viver minha tristeza seguindo meu dia, ao invés de chorar sobre um corpo agora gelado e que, para mim, nada mais representa. Resta só a lembrança, a memória dos momentos bons.

E a reflexão incerta de uma manhã de segunda-feira. 

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

BloGUIcídio

Vou cometer bloguicídio. Sinceramente, o blog é ótimo pra mim, vocês são ótimos, MAS EU QUERO MANDAR TODO MUNDO DA MINHA FAMÍLIA TOMAR NO CU, PODE?

Na verdade, não vai rolar bloguicídio porque vou deletar o blog, mas porque, mais uma vez, não vou postar com frequência - talvez nenhuma - nem comentar no blog de vocês. Porque?

Meu irmão de 5 anos 23 anos quer usar o computador todos os dias, o dia inteiro. Vida Social? Quem precisa? Dividir? Não fazemos.

Nem vou comentar o fato de que minha mãe só disse "Você tem que respeitar, não quero apurrinhação." NÃO QUER O QUE? MEU CU, PORRA! Eu estou de férias, o mínimo que eu posso ter direito é de vagabundear em casa, já que ninguém banca minha mísera vida social.

Mas é claro, que o coitadinho do meu irmão que reprova matérias seguidas, estuda que nem um corno - porque eu acho ótimo não ter ninguém pra passar minha roupa, cozinhar pra mim, colocar minha comida (porque minha mãe faz tudo isso pra ele) - e eu fico fazendo NADA em Niteroi, óbvio. Eu não faço projetos, não tenho computador lá e me viro, é assim. Ainda tenho que ouvir que ela gosta mais de mim do que dele, mereço?

Sério, esse texto foi escrito tão rápido que nem quero pensar nos erros de digitação, concordância e falta de coerência e coesão. Tempo? Não temos. Meu irmão quer usar NOW! E eu, óbvio, tenho que sair.

Essa é a minha vida, Brasil.

Quer saber? Vou comprar um notebook e parcelar no cartão de crédito. Foda-se minha mãe.

Aceito doações. Entrar em contato por email por favor.

Tchau - e agora, só Deus sabe quando eu volto.

PS: Rê, quando der passarei no seu blog, não se preocupe e, desde já, agradeço o carinho.