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terça-feira, 3 de abril de 2012
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Blogger
PS: Continuo sem entender porque não tenho permissão pra comentar no blogger. Só estou conseguindo comentar no wordpress :(.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Deixando Claro
Eu não comento mais no blog de vocês porque o blogger me proibiu. Ele diz que não tenho privilégio necessário para isso.
Só tenho uma coisa a dizer: HOMOFOBIAAAAAA!
Não aguento mais esse blogger com essa filosofia barata de miss.
Só tenho uma coisa a dizer: HOMOFOBIAAAAAA!
Não aguento mais esse blogger com essa filosofia barata de miss.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
100 +
O centésimo. O 100º post desse blog. Quem diria que ele teria uma vida tão longa (?). No mundo da blogosfera, onde blogs morrem e renascem todos os dias, a todo momento, um pouco mais de um ano de vida e 100 postagem não é nada mal.
Sei que tenho estado completamente ausente do blog de vocês, embora apenas que fisicamente (sim, porque sempre os leio, então é injusto dizer que estou ausente completamente - e, ainda sim, considerando que comentar é estar presente 'fisicamente'). E, 'pior', sei que estado muito ausente daqui. Sei também que esse blog não é de fundamental importância para vocês (e isso não é diminuição de nada, nenhum blog de terceiros é fundamental nas nossas vidas, embora, possam ser, sim, muito importante), mas para mim, é.
E tem me feito uma falta tremenda postar aqui. Eu tenho tido dificuldade de tratar de assuntos que não sejam meus aqui. Não quero que o blog seja apenas um diário da minha vida, quero poder discutir sobre outras coisas, como eu fazia no início. Menos Gui e mais mundo, talvez?
Nessas cem postagens, comecei pela frustração. Cheguei à mudança de nome do blog, a alguns sonhos que ainda estão longe de serem realizados, passei meu primeiro perrengue POR CAUSA do blog. Também já mostrei meu lado cidadão (ingênuo?) aqui e aqui, já comentei assuntos, hoje, superflúos, já discuti sobre um feriado, não consegui fazer pegação e não soube sobre o que escrever (e acho que continuo não sabendo).
Já contei uma das minhas maiores peripécias, a 'morte' já me fez uma visita, já falei merda, já discuti sobre faculdade, já me recusei a ser a vítima, já fiz post bobinho de amor sobre alguém, já postei bêbado, já postei sobre os blogueiros, já fui referência e nem a ANVISA escapou de mim.
Já me decepcionei com alguém, me recuperei, já falei de amor de novo, consegui e perdi emprego, admirei realmente minha mãe (e sim, imprimi o texto e dei parar ela ler), pensei sobre o nada e fiz piadas que ninguém entendeu.
Sei que ninguém vai ler a retrospectiva inteira, mas também fiz isso por mim. Reler todos esses momentos importantes da minha vida foi fundamental, não só para reestabelecer a importância desse blog para mim, mas também para ver o quanto já compartilhei por aqui. E, obviamente, lembrar o quanto ainda pretendo compartilhar: muito.
Obrigado por tudo, queridos.
Gui
PS: Todo mundo que me lê sabe o quanto eu sou freak com erro de digitação, português (quem nunca revisou um texto? Eu reviso cerca de 8-9 vezes antes de postar) e eu já vi váaaarios erros nesses posts que eu fiz da retrospectiva, mas resolvi não mexer. Se algum de vocês encontrar esses erros absurdos (não aceito menas que isso dos meus leitores) me julguem só um pouco, tá (não digo 'não julguem', porque eu julgaria todos vocês se encontrasse algum erro).
sábado, 27 de agosto de 2011
Blog, eu?
Há exatos 8 dias, fez um ano que eu escrevo por aqui. Definitivamente, foi um ano muito difícil de lá pra cá. Aprendi, perdi, vi, vivi e ganhei muita coisa. A vida é um eterno aprendizado, não é?
Para comemorar, decidi repostar o primeiro texto que escrevi aqui. E, lendo o que eu escrevi, vi que tinha uma forma de escrever bem diferente da que tenho hoje. Se melhor, ou pior, não sei. Só sei que foi bom demais ter tido o insight de ter um blog.
E o melhor de tudo é saber que vocês, que estão aqui comigo agora, foram a maior conquista de todos.
Parabéns para O Ás de Espadas!
PS: Antes de ser O Ás de Espadas, o nome do blog era "Ta di Sacanagem!?". Eu explico melhor lá embaixo.
Postado originalmente em 19/08/10
Bom, me chamo Guilherme, sou estudante de farmácia na UFF-RJ. Moro em Niterói durante a semana e volto pro Rio, onde minha mãe e meu irmão moram, todo final de semana. Ou quase todo. Não vou elaborar muito mais comentários a meu respeito porque aos poucos, com os posts, vocês vão me conhecer melhor. Garanto!
Pasmem, mas eu achei durante muito tempo esse papo de blog coisa de gente que quer aparecer com "Meu Querido Diário". E isso perdurou até o final do ano passado, quando eu comecei, sinceramente, nem lembro o porquê, a ler blogs.
Para comemorar, decidi repostar o primeiro texto que escrevi aqui. E, lendo o que eu escrevi, vi que tinha uma forma de escrever bem diferente da que tenho hoje. Se melhor, ou pior, não sei. Só sei que foi bom demais ter tido o insight de ter um blog.
E o melhor de tudo é saber que vocês, que estão aqui comigo agora, foram a maior conquista de todos.
Parabéns para O Ás de Espadas!
PS: Antes de ser O Ás de Espadas, o nome do blog era "Ta di Sacanagem!?". Eu explico melhor lá embaixo.
Postado originalmente em 19/08/10
Bom, me chamo Guilherme, sou estudante de farmácia na UFF-RJ. Moro em Niterói durante a semana e volto pro Rio, onde minha mãe e meu irmão moram, todo final de semana. Ou quase todo. Não vou elaborar muito mais comentários a meu respeito porque aos poucos, com os posts, vocês vão me conhecer melhor. Garanto!
Pasmem, mas eu achei durante muito tempo esse papo de blog coisa de gente que quer aparecer com "Meu Querido Diário". E isso perdurou até o final do ano passado, quando eu comecei, sinceramente, nem lembro o porquê, a ler blogs.
E vi que eles iam muito, mas muito além do que eu esperava. Era muito mais do que Hoje fui na padaria e o pão estava muito caro ou Minha mãe brigou comigo porque eu cheguei tarde. Basicamente, o que eu lia ia muito além de coisas fúteis.
Ok, todo mundo é um pouco fútil e um certo grau de futilidade é até saudável . Mas é isso, até um certo ponto. Depois fica demais, pesado, sabe? Pessoas fúteis sempre se afastaram de mim, ou eu as afastei, não há como eu ter certeza até hoje. E eu nem quero.
O fato foi que eu me encantei não só pelos temas relacionados à sociedade, mas também por aqueles relacionados ao problemas pessoais, aliás, não só aos problemas, mas também às coisas maravilhosas que aconteciam com os próprios blogueiros. E eu pensava como eu posso me apaixonar por dramas de pessoas que eu nem conheço? A resposta veio rapidamente: porque eu me identifico com eles.
Essa identificação que uma simples leitura que te leva no máximo 10 minutos pode fazer grandes mudanças. Eu comecei a perceber que eu também podia fazer a diferença. Aliás, esse fantasma, o de fazer a diferença, sempre me perseguiu. Pensava muito em uma frase que já ouvi em algum lugar: O que não é lembrando nunca existiu.
Você pode ser lembrado pelo que você é ou pelo que você fez. Mas eu simplesmente desgrilei disso. A ideia de não passar em branco passa. Literalmente. E aí a gente acaba percebendo que ser você mesmo é muito mais importante do que qualquer outra coisa.
O nome do blog deriva do meu twitter, e o 'di' ao invés do 'de' é um efeito meramente estético. Porque já tinha algum @tadesacanagem antes. Fora que causa um impacto, né, gente?
A frase "Ta di Sacanagem?" define a mim e a uma série de situações com muita clareza. Pode ser irônica, triste, feliz, dúbia, enfim, reflete uma série de possibilidades que nenhuma outra frase que eu consigo pensar no momento conseguiria.
Enfim, essa é a proposta do blog. Pelo menos por enquanto. Afinal, como qualquer ser humano, eu também sou mutável.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Estoy Aqui
Cheio de provas.
Ainda sem estágio.
Com sinusite (algo que eu nunca tive e que me faz querer morrer toda vez que eu tusso, o que significa a cada 2 minutos).
Pelo menos, estou aliviado financeiramente. Aliviado, longe do estável. But, a vida segue!
E sobre a questão do amor, fica pra um próximo post.
Ainda sem estágio.
Com sinusite (algo que eu nunca tive e que me faz querer morrer toda vez que eu tusso, o que significa a cada 2 minutos).
Pelo menos, estou aliviado financeiramente. Aliviado, longe do estável. But, a vida segue!
E sobre a questão do amor, fica pra um próximo post.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Price Tag
Não sou hipócrita, o blog é meu e eu faço com ele o que quiser. Se eu quiser só começar a postar putaria, contar apenas da minha vida ou, ainda, omití-la completamente, eu posso.
Entretanto, apesar do blog ser meu, eu não escrevo apenas para mim. Também escrevo para vocês. Também quero ser lido, de outra forma, teria um arquivo no word ou mesmo um diário pessoal. Eu gosto de ler o comentário de vocês, mesmo quando nem sempre posso retribuí-lo (mas convenhamos que desde que voltou a Internet aqui em Niterói eu tenho me feito MUITO mais presente!!).
Por isso, cá estou para pedir uma opinião e um pedido para vocês. Todos sabem que estou na pindaíba de dinheiro e minha previsão de ascensão social data para o meio do ano, apenas. E aí, durante a terapia, surgiu a ideia de monetizar o blog. Só que existem várias maneiras de fazer isso e os rendimentos variam também dessa maneira. Sendo que, óbvio, não pretendo me sustentar com o blog (ah, se isso fosse possível...), mas ganhar alguns trocados por mês ajuda.
Minha pergunta é: o que vocês acham disso? Vocês parariam de ler o blog por causa disso? Ficaria muito ruim? Vocês continuariam me amando (ah, nem sou carente, né). Enfim, up to you, agora. Se vocês não entrarem em um acordo, vou começar a cogitar a ideia de vender minha virgindade e isso não é nem ética nem moralmente legal.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Desconectado
Olha, juro que não é descompromisso com o blog. Mas o fato é que estou sem Internet em casa, e tenho acessado na faculdade em períodos muito curtos, difícil fazer um post legal com 30, 40 minutos que também tem que ser usados pra checar email, facebook etc. Nenhuma empresa quer me contratar como estagiário por algum motivo que eu ainda desconheço, mas continuo na luta, contatos são bem-vindos, grato.
Ainda tem o fato de eu estar sem PC aqui em Niterói e minha mãe continuar me enrolando ad eternum para comprar um. Outra coisa é o stalker que eu peguei no sábado que não lembro nome ou rosto, que me liga todos os dias e diz que tá com saudade da minha 'boquinha gostosa'. Sério, vocês podem pensar que eu deveria beber menos, mas acho que só devo dar o número de telefone errado pra algumas pessoas, simples. De qualquer forma, pedi pra ele me adicionar no Facebook e no MSN. A vida não tá fácil pra ninguém.
Só quero que o que essa criatura dos infernos está cantando aconteça. FRIDAY!
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Selo [2]
Eu recebi esse selo há 17 dias. E só estou postando hoje porque acho um desrespeito com minha queridíssima esposa demorar ainda mais. O fato é que estou completamente estafado. Meu ânimo de viver deve estar na Baía de Guanabara já. Meu humor tem varido de picos de felicidade (PASSEI DIRETO PORRA!) a momento de eterna chateação (Jura que eu já errei metade da prova? Vou ter que fazer a reposição? Que saco...)
Mas, enfim, here I am.
Mas, enfim, here I am.
O selo é "Esse blog me faz feliz". Preciso dizer mais alguma coisa?
As regras são simples: 1. citar 03 coisas que me fazem feliz; 02. Postar uma piada, imagem, post, encontrada na net e que se pareça comigo; 3. passar adiante o selo pra 06 blogs que me fazem feliz.
É díficil citar coisas que me fazem feliz nesse momento. Mas vamos lá:
1 - [insira qualquer atividade] com Amigos.
2 - Festas.
3 - Acordar tarde.
Posso colocar um post tragicômico? Leiam esse, então. Tenho certeza que vocês vão rir quando descobrirem que eu tenho o dobro de coisas que o Lobo tem pra fazer em uma semana, em três dias. Tudo porque sou irresponsável, beijos.
Essa é a parte fácil do negócio. Blogs que me fazem feliz? São tantos, dessa vez vou escolher esses:
1 - Confissões a Esmo. Meu queridíssimo Autor, promovido a amigo recentemente e personagem que espero estar presente na minha vida durante sempre. Beijomelevapraparis.
2 - S.A.M.: O Close. Eu não conheço o Sam, mas sabe aquela empatia instântanea e gratuita que você tem por algumas pessoas só de ver? E eu nem vi ainda. É um blog que me faz gargalhar e pensar, preciso de mais algo?
3 - Lost Cause. Tem coisa melhor que um blog que tem tanta coisa aparentemente sem sentido e que te faz rir, chorar e ficar matutando o dia todo uma frase? Não.
4 - Decifra-me ou Devoro-te. O nome do blog é autoexplicativo. Leiam e entenderão.
5 - Rancor Sempre foi meu Forte. É blogayro, ninguém conhece. Não pode ser blogayro, ninguém sabe. Mas é uma pessoa pela qual eu tenho muito apreço e sempre me arranca um sorriso, ou com suas desgraças ou com suas vitórias.
6 - UOMINI. O Uomini provavelmente não lê esse blog. O Uomini provavelmente não posta selos. Mas merece minha homenagem mesmo assim. Blog fantástico, me surpreendendo sempre.
Queria agradecer mais uma vez à minha querida esposa, viu? Você é linda *-*;
Ao contrário do que possa parecer, eu não estou postando isso de má vontade. Só estou infeliz, o que torna um pouco difícil lembrar como era quando eu ainda sorria todo dia.
EDIT: Já contei que sou edit freak, né? Pois bem, esqueci de comunicar que o novo blog do nosso amado Daniel já está online, desde semana passada, parece. O novo endereço é Mundo em meus olhos. O melhor é que o Dan é tão produtivo que já postou 9 vezes em menos de duas semanas. Mais do que meu mês de novembro inteiro. Me dá um pouco do seu conteúdo, por favor?
EDIT: Já contei que sou edit freak, né? Pois bem, esqueci de comunicar que o novo blog do nosso amado Daniel já está online, desde semana passada, parece. O novo endereço é Mundo em meus olhos. O melhor é que o Dan é tão produtivo que já postou 9 vezes em menos de duas semanas. Mais do que meu mês de novembro inteiro. Me dá um pouco do seu conteúdo, por favor?
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Don't Let Me Get Me
[Detalhe que escrevi o texto inteiro e o blogger comeu, sem salvar rascunho. Borboleta, querida, publicarei o selo em breve, ok?]
Eu tava vendo os arquivos do blog esses dias e percebi que só fiz 6 postagens em novembro. Minha meta era ficar em torno de 20. Claro que, em parte, isso se deve ao fato do meu colega de quarto pouco se importar em conversar no msn, escrever email e etc com o teclado virtual, mas que é impossível pra mim, ainda mais com o blog. Mas o blog é apenas a exposição do que eu sinto e penso. Ironicamente, eu tenho sentido e pensado tantas coisas, mas não consigo simplesmente escrever sobre elas.
Essa semana vou deixar de lado um pouco a polêmica (que embora seja ótima e eu adore, cansa) e falar um pouco de mim (como se eu não fosse polêmico). Ultimamente tem algo que está difícil de compartilhar até com meus amigos.
Minha vida anda desandando. Entendem? Pela primeira vez na vida eu não passei direto na faculdade (não só na faculdade, eu nunca fiquei em matéria nenhuma) em uma máteria, a prova é amanhã e nem estou mais desesperado. Estou conformado. O que é um problema já que eu possuo, efetivamente, chances concretas de passar. Mas eu não sinto ânimo pelo estudo. A faculdade, em si, tem sido um grande fardo pra mim. Não é só questão do fim de período e de professores sem noção (esse período bateu o recorde) é a própria faculdade me fazendo repensar todos os dias porque eu não sou atleta.
Minha bolsa não dá nem sinal de vida (já disse que odeio os funcionários do setor administrativo?) e talvez só caia ano que vem. Minha mãe continua pertubando me perguntando eventualmente quando irei arranjar uma namorada e eu já desisti de falar que "is just not going to happen". Meu irmão, com idade mental de 7 anos e idade física de 23, ainda pensa que minha mãe gosta mais dele e fica fazendo musiquinhas com meu nome (oi?).
Vejam bem, eu não estou reclamando como aqui, estou só me perguntando porque, apesar de tudo, eu não consigo sentir a motivação pra continuar. Eu olho pra trás e, mesmo sabendo tudo que já conquistei, não consigo sentir aquele impulso de "se eu já consegui superar isso tudo, conseguirei superar o que tá me acontecendo agora".
É o gosto amargo e azedo do fracasso. Como se eu estivesse sendo incompetente em tudo na minha vida. Com minha família, com minha faculdade que não dou mais conta, na vida amorosa eu nem quero pensar, porque né, não quero gente soluçando na frente do PC.
É o mesmo gosto de quando todo dia na escola me chamavam de viadinho, de quando meu casaco sumiu e eu o encontrei todo rasgado no refeitório, de quando minha mãe negou comprar uma revista quinzenal de 3,90 que era tudo que eu queria, mas comprava seu maço de cigarro todo dia. É quando eu mostrava os roxos no meu corpo pro meu pai, pintados pelos punhos do meu irmão, e ficava igualmente de castigo. É como quando vi meu pai numa cama e sabia que dali em diante nada mais eu podia fazer.
É uma sensação de impotência com a própria vida.
Eu já consegui muita coisa nessa vida. Consegui passar no concurso pra todas as escolas técnicas do Rio, saindo de uma escola municipal; consegui me formar na Fiocruz, defendendo minha monografia com 100% de aproveitamento, sendo que eu fazia estágio e alemão na UFRJ naquela época; passei em todas as faculdades públicas do Rio que eu prestei e consegui 100% de bolsa na PUC pelo ENEM, mesmo não tendo feito pré-vestibular; consegui não ser odiado na faculdade como eu era no ensino médio; tomei coragem e saí do armário pra um bocado de gente...
Mas ainda é como se eu não fosse capaz de lidar com a pressão, principalmente na faculdade, de conseguir passar em tudo, de conseguir passar bem nas matérias, de, de fato, aprender alguma coisa. É como se eu sempre tivesse sendo arrastado pra um poço em que nas paredes sempre está escrito 'fracasso'. Eu só quero encontrar motivos pra não desistir de tudo.
Eu sou o meu pior inimigo. E isso dói. Dói muito.
O que mais dói é que eu não consigo responder a uma pergunta. Porque sempre que o fracasso bate a minha porta eu não consigo, simplismente, girar o trinco e deixá-lo trancado, lá fora, pra sempre?
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Selo
Primeiramente, agradecendo ao Lobo, do blog Uivos do Além, por ter me indicado a esse selo. Obrigado pelo carinho.
Todo selo requer regras, né? As desse são as seguintes:
1° - Exibi-lo em seu blog com o link de quem indicou a você.
2° - Postar uma imagem acompanhada de um texto de cinco ou seis linhas com o qual você se identifica profundamente e que revelem o que é magia e encantamento em sua vida. O texto pode ser de outra pessoa, desde que seja algo expressivo para você.
3° - Repassar o selo para seis outros blogs mágicos e encantadores.
Sentar na areia, sentindo o vento. Olhar pro horizonte e ver uma grande linha azul cortando todo o eixo de visão. Fechar os olhos, deitar, sentir a areia geladinha - ou quente - ouvindo apenas o barulho das ondas quebrando ao fundo. Abrir os olhos e olhar do topo de uma montanha. Ver, mais uma vez, o horizonte, desta vez verde, observando alguns passáros que passam por ali. Fechar os olhos e abrí-los novamente, desta vez em uma rua movimentada. Ver pessoas. Muitas pessoas. Todas com seus problemas. Todas, como eu, crendo em Murphy, mas também crendo que há algo que nos faz superar muitas coisas, todos os dias. Que, como qualquer um, nossa vida começa com uma vitória e deve terminar com ela. A superação é a maior magia de um ser humano.
(Me excedi, pode? hahaha)
Vou indicar alguns blogs que eu admiro muito, nem sei se todos lêem esse blog, mas to indicando. Aceitem apenas o carinho, se for o caso. A ordem não tem nada a ver com a importância do blog. Todos são fundamentais pra mim. Eram pra ser seis, mas 7 é um número cabalístico. Vou adicionar mais um.
1- Nem froid explica...
2- Don Diego
3- Borboletas nos Olhos
4- Sem Cortes e Sem Edição
5- Grito, Grito e Grito
6- Dois Perdidos Na Noite
7 - Sou Gay
Beijos à todas e todos, adoro vocês ;)
domingo, 7 de novembro de 2010
Carinho. Apenas Carinho.
Sabem, a minha vida não está em uma das melhores fases. Isso não quer dizer que ela esteja ruim. Eu estou sem bolsa desde maio e isso tá fudendo com a minha vida. Minha mãe tá nessa de me dar o mínimo possível pra tudo e meu pé de meia pra saídas tá acabando, daqui a pouco eu vou acabar entrando no cheque especial, e isso não é bom. Teoricamente, essa fase de pobreza mor passará no final do mês, quando a bolsa do PET cair.
Emocionalmente falando, eu ainda estou naquela fase emotiva pra caralho. E carente. Muito carente. Acho que isso explica porque eu sempre fico com uma pessoa a noite inteira. Quando a gente faz pegação, beija e vaza, não dá tempo de ouvir umas coisas legais, de ter um outro tipo de beijo, de toque, de abraço. Eu estou ficando de namoradinho toda festa que eu vou. Não sei dizer se é ruim ou não. Mas pra quem estava acostumado na regra do 'pelo menos 2', é estranho. Mais estranho é pensar que eu tinha uma cota de pegação quando saía.
Estou extremamente confuso.
Acho que a coisa que mais tem me ajudado nesse momento é o blog. É receber o carinho de vocês, muitas vezes daqueles que não comentam, mas que se dão ao trabalho de ler. E daqueles que tem ainda mais trabalho de comentar. Daqueles que vem aqui deixar uma palavra de carinho, de discordância ou não. E eu não tenho falado do número de comentários, mas do teor deles.
Eu fiz esse post, basicamente, pra agradecer a todos vocês. Que começaram a acompanhar ontem ou há quase 2 meses atrás (sim, já faz esse tempo todo). Eu queria poder responder cada comentário com um beijo e abraço. Com alguma palavra que retribua o conforto que eu tenho ao ler o blog de vocês e ler o comentário de vocês aqui.
Obrigado pelo carinho. Ele não poderia vir em melhor hora.
Obrigado por tudo.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Conteúdo preenche?
Ultimamente o blog tem estado bastante movimentado. Morry quando vi que em um dia (que não lembro qual, tamanha a felicidade) o blog teve 92 visitas. Gente, eu fiquei do tipo linha de telefone ocupada? Sabe, é bom saber que alguém no mundo com trilhões de coisas pra fazer na internet escolhem utilizar seu tempo e dar uma passada aqui, alguns se dão ao trabalho até de comentar! Fico muito feliz por isso, obrigado a todos.
(Detalhe que não consigo por figuras devido a uma manutenção do blogger, mas aceito, porque né...)
Voltando às minhas divagações antes que o teclado pare de funcionar, meu blog tem estado muito sério, muito chato eu tenho achado. Sei que os pensadores de plantão vão dizer "seu blog não é fútil, isso é uma coisa positiva", mas, gente, eu não aguento mais.
Sério, do tipo eu venho aqui e posto sobre homofobia, minhaexpulsãoinjustaqueroqueocoordenadormorra, mas cadê os posts sobre mim, de fato? Sabe, eu não me sinto à vontade de chegar aqui e contar do meu dia usando aquelas gírias super cômicas - convenhamos que elas são engraçadas - sobre fatos que não tem cunho de "fazer pensar". Mas aí eu fico com a nóia do blog-de-bobagens-desinteressante-que-ninguém-lê.
Eu tenho uma face muito crítica, irônica, mas não é só sobre coisas sérias, propriamente ditas. Também é sobre nego querendo arrumar bapho (pronto, usei!) comigo e eu fazendo o superior até que ele fala mal da minha amiga (oi? ninguém fala mal dos meus amigos além de mim). Enfim, eu descobri um blog MUITO foda que super vou mandar um email pra Paty agradecendo a ela POR EXISTIR, é o Te amo, porra. Gente, que blog F-O-D-A. Eu simplesmente li todas as postagens até 5 de fevereiro. E vou terminar de ler o que falta - sim, li tudo de trás pra frente (sim, porque eu sou desses viciados em coisas boas).
E do que se trata o blog? Tirando os momentos tragicômicos - seriam cômicos se não fossem trágicos - ela só fala da vida dela. Mas aí, de repente, ela surge com um assunto polêmico com uma espotaneidade e coerência de escrita que me pega despreparado e de repente todo mundo na república aqui tá me olhando com cara de "oi? porque você tá discutindo com o computador?". Enfim, uma das descobertas do ano, sem dúvidas.
E aí, enfim, não quero ser mais um blog vazio. Mas também não to aqui pra ser o Mr. Politician. Meu objetivo não é sucesso, é estar bem comigo, escrevendo o que eu quero. Mas que, de alguma maneira, atinja os outros. É por isso que eu tenho um blog e não um diário. Porque, quando você muda, o mundo muda com você. E penso que o blog é uma ferramenta sensacional de mudança. Pelo menos é uma que me atinge em cheio.
Depois desse momento #desabafo, quero que vocês saibam que eu já deletei o que eu ia escrever 3 vezes eu desisti de escrever. Um dia faço um post sobre.
Edit: Sem condições de comentar no blog de vocês, meu teclado tá um lixo (na verdade nem é meu, por isso está essa merda). Mas eu continuo acompanhando. Cansei de digitar pelo teclado virtual. #queromorrerbeijos. (Detalhe que de repente voltou a funcionar, mereço?)
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Micro-Encontro
Estava eu, suado em cristo em uma quarta feira saindo de uma aula de uma professora louca francesa quando o Lobo me manda a mensagem lembrando do micro-encontro que faríamos com Foxx e Bily aka Gabriel aka Bruno (se não sabe o que significa aka joga no Google). Encontro o Lobo na cantareira e ficamos conversando amenidades até as criaturas chegarem.
Claro que as pessoas NÃO precisam chegar na hora que elas marcam, né? O combinado era tipo às 20h. As criaturas lindas chegaram umas 21:50h. Sorte que eu estava em companhia agradabilíssima, porque se não...teria largado eles lá!
De qualquer forma, super nos divertimos, conversamos sobre bobagens, coisas sérias, perda da dignidade, entre outras trivialidades. Aí, eu, como pessoa pertinente que sou, solto um comentário no meio de uma determinada conversa:
Valete de Paus: Então, se você puderem ajudar com qualquer dinheiro, eu agradeceria muito *entrega cartão relacionado à AIDS*
Ás de Espadas: "Eu só tenho 30 centavos, acho escroto dar só isso. Vou dizer que não tenho". Putz, hoje eu to duro!
2 de Paus: Estou só de cartão, hoje é complicado.
Dama de Ouros: Eu também estou nessa.
*Chega o Rei de Espadas que não sabe do que se trata a conversa*
Às de Espadas: Então, Rei de Espadas, esse moço que eu não sei exatamente no que trabalha além de pedir dinheiro...
Não preciso terminar o comentário, né?
Porque o resto foi eu tentando me explicar de que não era bem aquilo que eu queria ter dito. Sério, se eu não fosse eu, acho que teria me dado um fora (entenderam?). Foi mal educado, irônico desnecessario,enfim, insensível. O cara tava lá honestamente pedindo ajuda pra sua instituição, com um cartão SUPER informativo sobre a AIDS e eu mando uma dessa? A falta de filtro me incomoda muitas vezes. Só não me senti pior porque foi tão espontâneo quanto ingênuo. E todos os outros adjetivos negativos que você puderem pensar. Mas o cara entendeu e ficou tudo certo.
Fato que depois fui eu e mais dois integrantes Foxx e Bruno que não vou dizer quem são comprovar uma Lenda Urbana de Niteroi.
PAS-MEM! Não é lenda urbana não, hein? Se eu não tivesse o que me sobrou de dignidade de uns últimos episódios impublicáveis aqui no blog, eu juro que teria entrado na brincadeira. Mentira, sou uma pessoa ungida que jamais faria esse tipo de coisa no meio da rua, ou melhor, da ponte (acho que já deu pra captar o nível das coisas que estavam rolando, né?).
Bem, acho que deveríamos fazer mais encontros, nem que fossem micro-encontros. Acho muito mais interessante dividir minha vida com vocês ao vivo do que no blog, embora eu não largaria isso daqui pormais de um milhão de reais nada.
PS: To puto porque o blog comeu meu post e tive que digitar quase tudo de novo. Adoro rascunho automático de 15 minutos atrás...
Bem, acho que deveríamos fazer mais encontros, nem que fossem micro-encontros. Acho muito mais interessante dividir minha vida com vocês ao vivo do que no blog, embora eu não largaria isso daqui por
PS: To puto porque o blog comeu meu post e tive que digitar quase tudo de novo. Adoro rascunho automático de 15 minutos atrás...
domingo, 3 de outubro de 2010
II MMPEGKNPAGJMGJALGBTXYZ123
Gente, acabei de chegar do encontro (e nem preciso dizer que tô precisando editar esse post umas 40x porque as palavras tão saindo erradas, né?) e só tenho uma palavra a dizer: foda!
O encontro foi muito maneiro, conversamos pra caramba, sobre diversas coisas, desde sexo - vale deixar claro que foi na forma respeitosa (ou a ausência de) - até bobagens internéticas.
É muito bom saber que a pessoa que você comenta, conversa e etc, não é apenas um ser virtual, é um ser vivo, que concorda e discorda sem problema algum. Que discute, que ri, que te zoa, que fala besteira, que fala sério...enfim.
Aliás, nem preciso dizer que fui o mais zuado do encontro só porque...sou o mais novo? Nem lembro quantas vezes me chamaram de criança, de novinho, de bebê e etc.
Gente, eu nunca almadiçoei tanto meus 19 anos, ahahaha! Não aguentava maaaais dizerem que eu ainda tenho muito pra ver, pra aprender, pra fazer...
O pior de tudo é reconhecer que os outros tão certos, né?
Agora, morram de inveja porque eu conheci um ex-padre, tá? Não vou divulgar, mas só pra vocês se morderem. Soube de tudooo que rolava na Igreja (ele até que era santinho...) e vou levar isso pro túmulo. Glória 3x.
Aos que não foram, espero vocês no próximo.
Aos que foram, o que se falou na Lapa, fica na Lapa.
BEIJOS!
sábado, 25 de setembro de 2010
Branco
Ultimamente eu tenho tido dificuldade pra escrever.
Simplesmente eu penso em vários assuntos (parece que sou blog maníaco) mas tá difícil criar alguma coisa coerente e interessante.
Parece que as ideias tão vazias, não estou conseguindo desenvolver nada. Será que é fadiga mental? Será que estou bebendo demais e meus neurônios estão morrendo?
Ler os blogs alheios tem me dado inveja, sempre tem alguma coisa nova, interessante. Gente, me passa um pouco da sua criatividade?
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Tempos Negros
Fazia tempo que eu não saía da faculdade cabisbaixo, ombros arqueados ao máximo e, eventualmente, uma dificuldade de fechar os olhos sem deixar água escapar...
Fazia tempo que eu não lembrava que palavras - ditas ou escritas - são palavras jogadas ao vento: não dá mais pra apanhá-las depois... Fazia tempo que eu não pensava mais no que o que eu dizia - ou escrevia - poderia causar no outro...e eu vinha dizendo tantas coisas boas, tantas coisas positivas.
Eu já vivi na era das trevas. Uma era na qual tudo o que eu dizia era sincero demais (e, portanto, inconveniente) ou mal-interpretada...uma era de imaturidade.
Eu progredi, evolui até chegar a um nível quase normal de cuidado. Quase.
Mas, eu me descuidei. Talvez tenha esquecido por um momento que a Internet está longe de ser algo apenas positivo. Apenas produtivo. Que também pode ser destrutiva. Que pode arrasar uma pessoa por completo. Como fez hoje comigo.
No post linkado acima, eu comento sobre o resultado de uma prova dos meus alunos. Houveram descuidos de identificação e, principalmente, na hora de pensar o que alguém poderia pensar ao ler o que eu escrevi. A interpretação, afinal, é subjetiva.
Graças ao post cujo estou me referindo não sou mais professor do pré-vestibular comunitário em que eu dava aula. Mas isso não é nem de longe o que me machuca mais nesse momento.
O que me dói mais é lembrar dos olhares horrorizados, críticos, odiosos, raivosos e desgostosos que meus ex-alunos me lançaram quando entrei em sala, para, me explicar e me despedir. Ouvir que o que eles diziam estavam a milhas de distância do que eu tinha em mente quando escrevi aquele post. Ver que alguns nem suportaram ficar na minha presença (incluindo alguns pelos quais eu tinha mais carinho...).
Entenderam que eu os achava um grupo de fracassados que não passariam no vestibular. Entenderam que eu achava ridículo alguém ficar feliz por tirar 4,5. Entenderam que eu fora falso, inescrupoloso, que eu os expus ao público taxando-os de pessoas sem futuro. Entederam que eu era cínico em dizer que não.
É triste ter um descrédito a esse ponto. Minhas atitudes falavam muito. A deles, também. Como falaram hoje e me derrubaram completamente, como na rasteira que eles acreditaram levar de mim, enquanto eles próprios já haviam aplicado em mim.
Parece que retornei aos tempos negros.
Não preciso me fazer de vítima. Não preciso do blog para ter visibilidade. Eu sou uma pessoa bem relacionada o suficiente. Não tenho pretensão de virar um astro de Internet.
Não preciso fazer esse post pra me explicar pra ninguém (inclusive pra você, que pode estar lendo isso). Aliás, o que eu achava que tinha que ser feito, eu já fiz. Me desculpei em público, admiti tudo o que eu tinha pra admitir. Reconheci o que eu tinha pra reconhecer. Certamente, isso me fará uma pessoa melhor.
Mas isso não tira a dor de olhar pro céu e ver apenas uma nuvem negra. Eu, simplesmente, não serei mais capaz de descer as escadas que dão acesso ao pré como forma de cortar caminho. Não serei capaz de olhar nos olhos de nenhum deles, sabendo que serei eternamente incompreendido. Culpa deles? Não. Culpa minha, de não ter refletido o suficiente. De ter não avaliado o suficiente. De, talvez, não ter sido o que eu almejo ser todo os dias, verdadeiro.
A ironia é uma ferramente da linguagem que é bem imprecisa no meio virtual. Saibam, porém, que este post não possui nenhum pingo da ironia típica do meu ser. Nenhum pingo da alegria, típica do meu ser.
Eu não vou excluir o post. What is done, is done.
Esse post parece mais ter sido escrito pelo meu próprio defunto, um defunto autor. Minha vontade é de dormir como um defunto, sem ter o compromisso de acordar mais...Jamais. Esse post não tem figura por um motivo simples: não há nada que possa representar o luto interior que eu estou sentindo nesse momento. Como se, como uma das minhas ex-alunas ressaltou muito bem, eu "tivesse pegado uma faca e arrebentado uma veia". Peço desculpas se arranquei a veia de algum de vocês, jamais foi a intenção.
Mas, como da primeira vez, os tempos negros passarão. E, mais uma vez, trarão consigo um raio de sol que eu já não acredito mais existir.
Meus pêsames,
Guilherme.
UPDATE (copiei do Daniel): Resolvi tirar, sim, o post do ar. Vou deixar salvo como rascunho. Só é uma pena perder os comentários...Fui orientado a não me meter nos trâmites legais que esse post pode ter.
UPDATE (copiei do Daniel): Resolvi tirar, sim, o post do ar. Vou deixar salvo como rascunho. Só é uma pena perder os comentários...Fui orientado a não me meter nos trâmites legais que esse post pode ter.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Momentos de Tensão
Estou um pouco sem tempo essa semana (de novo!) porque fui completamente irresponsável no final de semana e não fiz nada. Absolutamente porra nenhuma. Me arrependo amargamente.
O fato é que quero deixar vocês sobreaviso para não deixarem de checar até o final de semana sobre um assunto que eu vou postar aqui. Acho que é algo que, talvez, eu devesse ter discutido no início, mas, enfim, ainda estava amadurecendo a ideia.
Provavelmente vai ser um double post (olha só! hahaha) sobre duas coisas que vão mudar um pouco a minha vida essa semana.
Ótima semana e até (logo).
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Stop!
Gente, to mega cheio de provas e trabalhos, por isso to sem tempo de postar. Além disso, não tenho internet em Niteroi, o que dificulta ainda mais eu postar durante a semana. Agora to aqui no estágio, mas esse período vai passar, ok?
No FDS eu quebro o jejum.
domingo, 12 de setembro de 2010
A maldição dos followers (ou dos comentários)
Vocês já pararam pra pensar o quanto de importância as pessoas dão hoje em dia pro twitter? Tudo bem, que eu também tenho, mas assim, se tornou realmente uma febre mundial. Eu twitto (me recuso a usar o aportuguesado, pelamor) eventualmente, e acaba que, pra mim, o twitter é mais uma forma de saber o que as pessoas que eu conheço tão fazendo de interessante naquele momento (porque depois que você passa a seguir mais de 10 pessoas, são tantos tweets que você não consegue acompanhar, a menos que você fique o dia inteiro on, nem metade deles...).
Mas existe uma coisa no twitter que tá muito relacionada à autoestima também: o seu número de seguidores. O que tem de pessoas implorando para serem seguidas de n maneiras, seja por indicação ou qualquer outromotivo, é impressionante! Inclusive pessoas que já tem um certo número de seguidores, tipo, 20 mil (!).
E aí fica pedindo seguidores com aqueles sites, como esse site, entre outros. Fora o famoso "se você faz xixi, dá RT", que faz com que milhares de pessoas estúpidas fiquem dando RT em coisas mais estúpidas ainda. Exemplo:
O fato é, o twitter tem funcionado como uma alavanca de autoestima pra muita gente, não que isso seja um problema, mas que, exageradamente, empobrece a rede social, empobrece sim. Tem um tweet que eu também tinha printado que dizia o seguinte "O RT é a prova de que alguém leu o seu tweet". Oi? É óbvio que quando eu crio uma conta no twitter e, efetivamente, twitto, quero que alguém leia, mas imagina se tudo que eu lesse eu desse RT? Não ia prestar, né?
O RT, ao meu ver, é uma ferramenta para repassar, na maior parte das vezes, links interessantes ou frases que você se identifique muito - MAS - que tenha algum conteúdo, né?
Agora, já pararam pra pensar, também, que o mesmo acontece nos blogs? A diferença é que, o número de seguidores não é tão importante, mas o número de visitantes e de comentários, sim. Existem muitas pessoas que reclamam de não ter comentários nos seus blogs (óbvio que rolou um @google pra descobrir isso) ou de ter poucos visitantes.
Os motivos que levam alguém a não comentar (ou a não te seguir no twitter) variam da qualidade do que você publica ou, também, do interesse da pessoa de discutir/comentar, né? Tem gente que gosta só de ler coisas, às vezes tem até alguma opinião, mas rola aquela fadiga de comentar, logar na conta do google, twitter, etc...enfim.
Eu mesmo demorei muito até criar coragem para comentar em alguns blogs que eu leio assiduamente. Atualmente, eu comento a maioria, mas tem muitos que eu deixo passar porque, às vezes, simplesmente o pensamento que eu tenho enquanto leio é "é, é isso aí.". Sabe não ter o que dizer? Isso também acontece.
Mas aí, cabe questionar o motivo de se ter um twitter ou um blogger...Se não é pra ninguém ler, pra que ter? Se só é para os outros lerem, também não faz sentido. Como blogueiro, eu gosto muito de ler um comentário em alguma coisa que escrevi e prontamente respondo/comento o comentário. Porque se as pessoas comentam e você fica mudo, parece que aí VOCÊ não leu. Eu, quase sempre, peço comentários ao leitores que eu indico ao blog, mas estou repensando seriamente isso. Afinal, se o que eu escrevi não te deu vontade de comentar, pra que comentar? É preciso ter o que falar, né?
Mas e aí, vai comentar?
PS: Ainda bem que o gif tem o lugar da onde eu tirei, embora eu tenha apenas @google.
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